Skeleton Lover
Só pra divulgar minhas fics. Fics de Bones. Nada boas, mas... Who cares? Escrevendo desde 20/01/2012. Espero melhorar com o tempo. Aceito críticas, contanto que seja sua verdadeira opinião. Baci.
sábado, 15 de setembro de 2012
sábado, 24 de março de 2012
sexta-feira, 23 de março de 2012
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
domingo, 22 de janeiro de 2012
The Way Of Love - Capítulo 2: Changes - Part. III
Estavam sentados na banheira de Booth. Um de frente para o outro, com as pernas entrelaçadas. Seus sexos se encostando. Brennan sentia que já causava alguma coisa no parceiro. Sorriu.
Ela começou a passar o sabonete no corpo dele. Ele aproveitou para só passar a mão pelo corpo dela. E depois passaria sabonete ainda não tinha conseguido passar antes. Sorriu maliciosamente com o pensamento. Beijou apaixonadamente a boca de Brennan, passando a língua pelos lábios da parceira, pedindo passagem. Os lábios de Brennan se entreabiram, deixando o contato entre línguas ocorrer. Um beijo apaixonado, carinhoso, exigente. Sua línguas se acariciando, se conhecendo mais uma vez, travando uma batalha, buscando mais conhecimento um do outro. Brennan passava as mãos pelos peitos de Booth, até o abdômen bem trabalhado, sentindo todos os músculos reagirem ao contato. Sorriu com a sensação. Booth passava a mão pelas costas da parceira, partindo do ombro em direção a cintura, movimento suaves e quentes. Enquanto se acariciavam o beijo se tornava mais intenso e urgente. Ela escorregou as mãos pelas costas de Booth, até o ombro, pescoço.. Depois voltando pelas costas.. voltando para a barriga e em seguida, o peitoral. Passou a mão para os braços dele, localizando as mãos dele em cima de suas nadegas. Ensaboava ele de forma extremamente lenta e provocante. Volto o caminho pelos braços dele. Foi descendo as mãos até as coxas do parceiro, ensaboando até o joelho, e voltando.. Percorrendo a mão pela virilha. Ouviu-o gemer com o contato. Ele decidiu tortura-la da mesma maneira. Passou a mão pelas costas dela, percorrendo as nadegas macias e voltando para a parte interna da coisa. Pegou mais sabão com uma das mãos e começou a “ensaboa-la”. Brennan sufocou um gemido na boca de Booth, passando as mãos da virilha de Booth até as nadegas dela. Pressinou-a com as mãos, empurrando o parceiro em direção a ela. Pode sentir a excitação que causara. Sorriu.
-Booth.. – Gemeu entre os lábios dele.
Ele começou a percorrer com os lábios o caminho de sua boca até o queixo, logo em seguida, pescoço, descendo até os seios. Beijava o espaço entre eles.. e depois passava beijos por cada um dos seios, carinhosamente. Lábia os seios da parceira, passando a língua lentamente, de forma provocativa. Desceu então até sua barriga e ventre, onde deu beijos mais demorados e ternos, enquanto Brennan arqueava de prazer. Booth voltou o caminho dos beijos, subindo até a boa da parceia e levantando levemente.
-Booth.. Por favor..
Não pôde aguentar mais. Se uniram. O ato arrancou um gemido de ambos. Depois começaram a se mover. Primeiro ela, sendo seguida por ele. Seguima num mesmo ritmo, como se os seus corpos se conhecessem há séculos. Se beijavam, se acariciavam.. até que Booth, pôde sentir a parceira chegar ao clímax. Deixou-se levar pelos tremores do corpo dela, que arqueavam sob o efeito do orgasmo. Um milagre. Quebraram as leis da física.
-Eu te amo, Booth. – Disse, com a respiração ofegante, depositando um beijo nos lábios dos parceiros. –Muito.
Brennan se levantou da banheira, pegando o roupão que Booth separara para ela.
-Vamos, Booth. Eu quero comer, estou faminta. –Disse, vestindo o roupão. – Onde estão minhas roupas¿
-Em cima da cama. – Disse enquanto se levantava, pegando o outro roupão.
Brennan foi em direção ao quarto. Em cima da cama viu um camiseta do parceiro, na qual tinha escrito FBI, um calça de caminhada e um cueca Box. Riu com as roupas. Adorava a camiseta de Booth, mas nunca se imaginara usando-a. E mais ainda, nunca se imaginara usando uma cueca de Booth. Vestiu-se primeiramente da cueca.
-Essa cueca me excita. – Declarou Brennan.
-Fica mais excitante em você. – Disse, chegando por trás da parceirando e beijando-lhe o pescoço.
-Booth, eu quero comer.. – gemido - .. quero comer comida. Estou com fome.
-Ok. Killjoy. – Disse com um sorriso.
-Booth! – Dizia, enquanto dava um tapa no braço do parceiro, com um sorriso no rosto.
-Ele se vestiu somente com uma calça do pijama, sem cueca, e foi para a sala. Estarei te esperando na sala.
-Ok. – Disse enquanto vestia as ultimas peças de roupa. O cheiro de Booth naquelas roupas a fez fechar os olhos. Nossa, poderia se acostumar facilmente com aquele cheiro.
Foi para sala, sentando-se ao lado de Booth no sofá.
-Quero ver a reação de todos quando souberem.
-Ângela vai surtar, ela já sabe que dormimos juntos.
-Sabe¿
-Sabe. Ela queria que eu tivesse conversado com você antes. Não sei como ela não desconfiou da minha gravidez, andei indo pro banheiro mais do que o normal, nas duas ultimas semanas. Não por causa dos corpos, mas cheiro como.. Oh, o perfume da Cam... Aquele cheiro já na me agradava antes, agora me enjoa.
-Isso é normal, Bones.
-Eu sei.
-Vai ser interessante ter dois bebês na família squint.
-Oh, Michael e o nosso bebê. É vai ser muito legal. Por falar em Michael, gostaria que Angela e Hodgins fossem os padrinhos do nosso filho ou filha.
-Claro, Bones. Eu estava pensando neles dois também. Vai ser incrível.
-Vai sim, Booth. – Disse, terminando de devorar o conteúdo da sua caixinha. – Terminei. Quero minha sobremesa
-Mas eu não pedi sobremesa.
-Quero minha sobremesa servida da cama. – Disse, maliciosamente.
-Oh. OHHH! Claro, com todo o prazer, milady.
Ela não pode esperar mais e jogou os braços ao redor do pescoço de Booth, dando um beijo guloso. Dali rumaram para o quarto. Onde a noite se prolongou sem palavras, mas muita coisa foi dita.
Ela começou a passar o sabonete no corpo dele. Ele aproveitou para só passar a mão pelo corpo dela. E depois passaria sabonete ainda não tinha conseguido passar antes. Sorriu maliciosamente com o pensamento. Beijou apaixonadamente a boca de Brennan, passando a língua pelos lábios da parceira, pedindo passagem. Os lábios de Brennan se entreabiram, deixando o contato entre línguas ocorrer. Um beijo apaixonado, carinhoso, exigente. Sua línguas se acariciando, se conhecendo mais uma vez, travando uma batalha, buscando mais conhecimento um do outro. Brennan passava as mãos pelos peitos de Booth, até o abdômen bem trabalhado, sentindo todos os músculos reagirem ao contato. Sorriu com a sensação. Booth passava a mão pelas costas da parceira, partindo do ombro em direção a cintura, movimento suaves e quentes. Enquanto se acariciavam o beijo se tornava mais intenso e urgente. Ela escorregou as mãos pelas costas de Booth, até o ombro, pescoço.. Depois voltando pelas costas.. voltando para a barriga e em seguida, o peitoral. Passou a mão para os braços dele, localizando as mãos dele em cima de suas nadegas. Ensaboava ele de forma extremamente lenta e provocante. Volto o caminho pelos braços dele. Foi descendo as mãos até as coxas do parceiro, ensaboando até o joelho, e voltando.. Percorrendo a mão pela virilha. Ouviu-o gemer com o contato. Ele decidiu tortura-la da mesma maneira. Passou a mão pelas costas dela, percorrendo as nadegas macias e voltando para a parte interna da coisa. Pegou mais sabão com uma das mãos e começou a “ensaboa-la”. Brennan sufocou um gemido na boca de Booth, passando as mãos da virilha de Booth até as nadegas dela. Pressinou-a com as mãos, empurrando o parceiro em direção a ela. Pode sentir a excitação que causara. Sorriu.
-Booth.. – Gemeu entre os lábios dele.
Ele começou a percorrer com os lábios o caminho de sua boca até o queixo, logo em seguida, pescoço, descendo até os seios. Beijava o espaço entre eles.. e depois passava beijos por cada um dos seios, carinhosamente. Lábia os seios da parceira, passando a língua lentamente, de forma provocativa. Desceu então até sua barriga e ventre, onde deu beijos mais demorados e ternos, enquanto Brennan arqueava de prazer. Booth voltou o caminho dos beijos, subindo até a boa da parceia e levantando levemente.
-Booth.. Por favor..
Não pôde aguentar mais. Se uniram. O ato arrancou um gemido de ambos. Depois começaram a se mover. Primeiro ela, sendo seguida por ele. Seguima num mesmo ritmo, como se os seus corpos se conhecessem há séculos. Se beijavam, se acariciavam.. até que Booth, pôde sentir a parceira chegar ao clímax. Deixou-se levar pelos tremores do corpo dela, que arqueavam sob o efeito do orgasmo. Um milagre. Quebraram as leis da física.
-Eu te amo, Booth. – Disse, com a respiração ofegante, depositando um beijo nos lábios dos parceiros. –Muito.
Brennan se levantou da banheira, pegando o roupão que Booth separara para ela.
-Vamos, Booth. Eu quero comer, estou faminta. –Disse, vestindo o roupão. – Onde estão minhas roupas¿
-Em cima da cama. – Disse enquanto se levantava, pegando o outro roupão.
Brennan foi em direção ao quarto. Em cima da cama viu um camiseta do parceiro, na qual tinha escrito FBI, um calça de caminhada e um cueca Box. Riu com as roupas. Adorava a camiseta de Booth, mas nunca se imaginara usando-a. E mais ainda, nunca se imaginara usando uma cueca de Booth. Vestiu-se primeiramente da cueca.
-Essa cueca me excita. – Declarou Brennan.
-Fica mais excitante em você. – Disse, chegando por trás da parceirando e beijando-lhe o pescoço.
-Booth, eu quero comer.. – gemido - .. quero comer comida. Estou com fome.
-Ok. Killjoy. – Disse com um sorriso.
-Booth! – Dizia, enquanto dava um tapa no braço do parceiro, com um sorriso no rosto.
-Ele se vestiu somente com uma calça do pijama, sem cueca, e foi para a sala. Estarei te esperando na sala.
-Ok. – Disse enquanto vestia as ultimas peças de roupa. O cheiro de Booth naquelas roupas a fez fechar os olhos. Nossa, poderia se acostumar facilmente com aquele cheiro.
Foi para sala, sentando-se ao lado de Booth no sofá.
-Quero ver a reação de todos quando souberem.
-Ângela vai surtar, ela já sabe que dormimos juntos.
-Sabe¿
-Sabe. Ela queria que eu tivesse conversado com você antes. Não sei como ela não desconfiou da minha gravidez, andei indo pro banheiro mais do que o normal, nas duas ultimas semanas. Não por causa dos corpos, mas cheiro como.. Oh, o perfume da Cam... Aquele cheiro já na me agradava antes, agora me enjoa.
-Isso é normal, Bones.
-Eu sei.
-Vai ser interessante ter dois bebês na família squint.
-Oh, Michael e o nosso bebê. É vai ser muito legal. Por falar em Michael, gostaria que Angela e Hodgins fossem os padrinhos do nosso filho ou filha.
-Claro, Bones. Eu estava pensando neles dois também. Vai ser incrível.
-Vai sim, Booth. – Disse, terminando de devorar o conteúdo da sua caixinha. – Terminei. Quero minha sobremesa
-Mas eu não pedi sobremesa.
-Quero minha sobremesa servida da cama. – Disse, maliciosamente.
-Oh. OHHH! Claro, com todo o prazer, milady.
Ela não pode esperar mais e jogou os braços ao redor do pescoço de Booth, dando um beijo guloso. Dali rumaram para o quarto. Onde a noite se prolongou sem palavras, mas muita coisa foi dita.
The Way Of Love - Capítulo 2: Changes - Part. II
Brennan entrava no apartamento de Booth enquanto ele pegava a comida com o entregador, que chegara praticamente com eles. Brennan entrou retirando seu sobretudo, o qual jogou sobre a poltrona de Booth. Cheirou-se, precisava de um banho. Não tinha trazido roupas.
-Booth, preciso de um banho, e... Roupas. –Disse, para um Booth que já estava indo em direção a cozinha para colocar as caixinhas de comida tailandesa. A comida deles.
-Ok, Bones, te arrumarei uma roupa. E eu também preciso de um banho.. –Sorriu, insinuante.
-Oh, você quer ir primeiro, Booth¿ Eu não me importo.
-Bones, você gostaria de companhia no banho¿ - Disse, ainda com aquele sorriso no rosto.
-Oh.. Booth, acho melhor.. não.. Nós ainda não conversamos sobre.. bem, nós. – Disse, cautelosa.
-Oh, qual é, Bones.. Assim economizaremos água e tempo. Assim, além de não gastar toda a água do globo, ainda comeremos antes de nossa comida esfriar.
-Oh, você tem um ponto.
-E além do mais, o que poderia acontecer demais agora¿ Vocês está grávida, e eu sou o pai, nada que possa acontecer já não aconteceu antes.
-O-ok. Você está certo.
-Ótimo, você sabe onde é o banheiro. Vá na frente enquanto eu separo uma roupa para você.
-Ok. –Disse ela em direção ao banheiro.
Ligou a água da banheira e começou a se despir. Ainda usava a roupa de “Wanda”. Aquela blusa florida que usara para disfarçar qualquer volume no abdômen, mesmo que mínimo devido a prematuridade da gravidez. Entrou na banheira e fechou os olhos. Não viu quando Booth entrara no banheiro, já sem roupas, e começara a entrar junto com ela na banheira. Abriu os olhos quando o sentiu entrar na banheira. Mesmo com tudo, aquela visão sempre a “despertava”. Já o tinha visto nu quando invadirá seu banheiro, três anos antes, mas sempre se sentia como uma adolescente prestes a ter a sua primeira experiência sexual, com o rapaz que amava.
Levantou-se de modo que ficasse acomodada ao peito de Booth, de costas para ele, encaixada entre suas pernas. Apesar de o contato excitar a ambos, aquela posição transmitia mais amor do que copula.
Ele começou a pegar o sabonete e passar pelo corpo de Brennan.
Passando primeiro pelos braços, até as mãos, e voltando. Passou as mãos pelos ombros, esfregando o sabonete pelo pescoço de Brennan, que deixou sair um suspiro de prazer. Esfregou suas costas, indo até o final da cintura. Voltou a percorrer todo o caminho das costas, lentamente, chegando novamente ao pescoço. Pegou um pouco mais de sabonete e começou a esfregar Brennan pela barriga, subindo vagarosamente até os seios. Onde massageou lentamente, carinhosamente, arrancando outro gemido de Brennan. Foi até o colo e voltou para os seios, passando as mãos vagorosamente e indo até a barrida novamente. No ventre, demorou-se um pouco mais, fazendo movimentos circulares. Do ventre partiu para as coxas, deslizando as mãos e sem tira-las do corpo quente e molhado de Brennan. Cada movimento era lento e carinhoso. Passou as mãos por toda a extensão das coxas da parceira. Indo até o joelho, que era até onde suas mãos alcançavam. Enquanto fazia isso, beijou o pescoço de Brennan. Beijos carinhosos, suaves, que diziam mais do que qualquer palavra. Voltou a mão para o ventre de Brennan e deixou as mãos se cruzarem naquele local. Enconstara a cabeça no pescoço da parceira, com os olhos fechados. Suspirou, satisfeito.
-Eu te amo, Bones.
-Eu sei, Booth. Você me disse isso antes. –Disse, colocando as mãos em cima das de Booth. Fechando os olhos. –Como vai ser agora, Booth¿
-Bem, você quer saber o que eu acho¿
-Sim, por isso eu perguntei.
-Bem, é assim que eu vejo: Agora somos uma família, eu, você e esse bebê. Nosso bebê. – Deu um pequena pausa por causa dessa frase. Um sorriso feliz surgiu em seu rosto. – Eu te amo, e pelo que você me disse, você também me ama. É simples.
-Não é tão simples, Booth. - Disse virando um pouco o rosto para encara-lo. –Não conseguimos nos resolver antes, pois somos muito diferentes, porque conseguiríamos agora¿
-AH. Bones, não resolvemos antes porque você não estava pronta. Eu sempre te amei, até quando eu estava com Hannah, eu percebi que ainda te amava. Não que eu não amasse Hannah, mas você sempre foi o meu amor. Meu grande amor. Se lembra quando eu disse que você poderia amar muitas pessoas nessa vida, mas só uma que se ama mais¿ Você é quem eu amo mais, Bones. Eu fui um covarde por não admitir isso para mim naquela noite em que você quase fora atropelada. Depois.. Eu estava chateado, com raiva, mas eu te amo..
-Booth...
-Não, espere, eu ainda não terminei. –disse, antes de soltar um suspiro, determinado. – Desde a noite em que passamos juntos, no dia da morte do Vincent, eu quero estar com você. Sonho com nós dois, juntos, todos os dias. Mas estive com medo de que você não estivesse pronta. Eu te amo muito, Bones, e quero provar isso para você. Espero que agora você esteja pronta, porque eu quero acompanhar essa gravidez. Eu quero ser o pai para seu filho, Bones.
-Mas Booth, você é o pai... – Olhou para o parceiro, confusa.
-Eu quero dizer, Bones, que eu quero estar presente como pai. A mesma coisa que eu te disse quando não quis doar meu esperma. Eu não posso ser só um doador. Eu quero ser o pai. Por favor, não me exclua da vida do nosso bebê. Por favor, não exclua da sua vida.
Ela encarou-o, por alguns segundos, antes de depositar um beijo em seus lábios.
-Eu te amo, Booth. Nunca deixaria você fora da vida do nosso filho. Nunca. E... Eu nunca conseguiria, mesmo que não racionalmente falando, tirar você da minha vida. Não pelo bebê, mas porque eu te amo.
-Oh, Bones! – Disse, com um dos sorrisos mais lindos que já dera. – Eu te amo tanto. – Disse, depositando outro beijo na boca da parceira. – E amo esse lindo bebê.
-Não sabemos se ele é bonito, Booth. Apesar de que.. Com nossos genes, acredito que o bebê vai ser incrível. – Disse sorrindo.
-É, Bones. Nosso lindo bebê. –Disse, sorrindo e enconstando novamente a cabeça no rosto de Brennan.
Passaram um tempo assim, abraçados. Ela de costas para o peito dele, entre suas pernas. Os olhos fechados. Mão sobre mão. As mãos dele no ventre dela.
-Então.. agora estamos juntos¿ -perguntou Brennan. – Quero dizer... o que nós somos¿ Namorados¿ Porque sempre achei a convenção de namorado e namorada muito infantil e inútil.
Ele riu.
– Bem, estamos juntos, vamos ser pais. É isso que somos. Duas pessoas que se amam, que estão juntas e vão ser pais.
-Ok. E como vomos contar para todos¿ Queria esperar até o final do terceiro semestre para dar a notícia. Exceto para Angela, quero contar para ela assim que eu puder.
Ele sorria.
-Bem, podemos contar aos poucos, claro. Amanhã podemos visitar Angela, no hospital, e contar-lhe a grande novidade.
-E quanto a nós dois¿ Vamos falar que estamos juntos¿ Porque eu não saberia como fazer isso, estamos, do vernáculo, nos escondendo por muito tempo.
-Bem, Bones, faremos como a gravidez, contaremos aos poucos. Não precisamos anunciar nada, vão acabar descobrindo por conta própria.
Ela olhou um última vez para o parceiro, depositando outro beijo em seus lábios. Olhando-o com amor. Finalmente se sentia conectada a alguém.
-Bem, minha vez de ensaboa-lo.
-Ok, pode vir. Mas vou avisando que nossa comida vai esfriar.
-Não estou com fome agora. Não fome de comida, pelo menos. – Sorriu maliciosamente.
-Oh, Bones, venha cá! - E virou o corpo da parceira fazendo com que ela ficasse de frente para ele, beijando-a apaixonadamente.
-O melhor é que agora não precisarei mais ficar sonhando com isso todas as noites. Agora é real.
-É, Bones, agora é real.
-Booth, preciso de um banho, e... Roupas. –Disse, para um Booth que já estava indo em direção a cozinha para colocar as caixinhas de comida tailandesa. A comida deles.
-Ok, Bones, te arrumarei uma roupa. E eu também preciso de um banho.. –Sorriu, insinuante.
-Oh, você quer ir primeiro, Booth¿ Eu não me importo.
-Bones, você gostaria de companhia no banho¿ - Disse, ainda com aquele sorriso no rosto.
-Oh.. Booth, acho melhor.. não.. Nós ainda não conversamos sobre.. bem, nós. – Disse, cautelosa.
-Oh, qual é, Bones.. Assim economizaremos água e tempo. Assim, além de não gastar toda a água do globo, ainda comeremos antes de nossa comida esfriar.
-Oh, você tem um ponto.
-E além do mais, o que poderia acontecer demais agora¿ Vocês está grávida, e eu sou o pai, nada que possa acontecer já não aconteceu antes.
-O-ok. Você está certo.
-Ótimo, você sabe onde é o banheiro. Vá na frente enquanto eu separo uma roupa para você.
-Ok. –Disse ela em direção ao banheiro.
Ligou a água da banheira e começou a se despir. Ainda usava a roupa de “Wanda”. Aquela blusa florida que usara para disfarçar qualquer volume no abdômen, mesmo que mínimo devido a prematuridade da gravidez. Entrou na banheira e fechou os olhos. Não viu quando Booth entrara no banheiro, já sem roupas, e começara a entrar junto com ela na banheira. Abriu os olhos quando o sentiu entrar na banheira. Mesmo com tudo, aquela visão sempre a “despertava”. Já o tinha visto nu quando invadirá seu banheiro, três anos antes, mas sempre se sentia como uma adolescente prestes a ter a sua primeira experiência sexual, com o rapaz que amava.
Levantou-se de modo que ficasse acomodada ao peito de Booth, de costas para ele, encaixada entre suas pernas. Apesar de o contato excitar a ambos, aquela posição transmitia mais amor do que copula.
Ele começou a pegar o sabonete e passar pelo corpo de Brennan.
Passando primeiro pelos braços, até as mãos, e voltando. Passou as mãos pelos ombros, esfregando o sabonete pelo pescoço de Brennan, que deixou sair um suspiro de prazer. Esfregou suas costas, indo até o final da cintura. Voltou a percorrer todo o caminho das costas, lentamente, chegando novamente ao pescoço. Pegou um pouco mais de sabonete e começou a esfregar Brennan pela barriga, subindo vagarosamente até os seios. Onde massageou lentamente, carinhosamente, arrancando outro gemido de Brennan. Foi até o colo e voltou para os seios, passando as mãos vagorosamente e indo até a barrida novamente. No ventre, demorou-se um pouco mais, fazendo movimentos circulares. Do ventre partiu para as coxas, deslizando as mãos e sem tira-las do corpo quente e molhado de Brennan. Cada movimento era lento e carinhoso. Passou as mãos por toda a extensão das coxas da parceira. Indo até o joelho, que era até onde suas mãos alcançavam. Enquanto fazia isso, beijou o pescoço de Brennan. Beijos carinhosos, suaves, que diziam mais do que qualquer palavra. Voltou a mão para o ventre de Brennan e deixou as mãos se cruzarem naquele local. Enconstara a cabeça no pescoço da parceira, com os olhos fechados. Suspirou, satisfeito.
-Eu te amo, Bones.
-Eu sei, Booth. Você me disse isso antes. –Disse, colocando as mãos em cima das de Booth. Fechando os olhos. –Como vai ser agora, Booth¿
-Bem, você quer saber o que eu acho¿
-Sim, por isso eu perguntei.
-Bem, é assim que eu vejo: Agora somos uma família, eu, você e esse bebê. Nosso bebê. – Deu um pequena pausa por causa dessa frase. Um sorriso feliz surgiu em seu rosto. – Eu te amo, e pelo que você me disse, você também me ama. É simples.
-Não é tão simples, Booth. - Disse virando um pouco o rosto para encara-lo. –Não conseguimos nos resolver antes, pois somos muito diferentes, porque conseguiríamos agora¿
-AH. Bones, não resolvemos antes porque você não estava pronta. Eu sempre te amei, até quando eu estava com Hannah, eu percebi que ainda te amava. Não que eu não amasse Hannah, mas você sempre foi o meu amor. Meu grande amor. Se lembra quando eu disse que você poderia amar muitas pessoas nessa vida, mas só uma que se ama mais¿ Você é quem eu amo mais, Bones. Eu fui um covarde por não admitir isso para mim naquela noite em que você quase fora atropelada. Depois.. Eu estava chateado, com raiva, mas eu te amo..
-Booth...
-Não, espere, eu ainda não terminei. –disse, antes de soltar um suspiro, determinado. – Desde a noite em que passamos juntos, no dia da morte do Vincent, eu quero estar com você. Sonho com nós dois, juntos, todos os dias. Mas estive com medo de que você não estivesse pronta. Eu te amo muito, Bones, e quero provar isso para você. Espero que agora você esteja pronta, porque eu quero acompanhar essa gravidez. Eu quero ser o pai para seu filho, Bones.
-Mas Booth, você é o pai... – Olhou para o parceiro, confusa.
-Eu quero dizer, Bones, que eu quero estar presente como pai. A mesma coisa que eu te disse quando não quis doar meu esperma. Eu não posso ser só um doador. Eu quero ser o pai. Por favor, não me exclua da vida do nosso bebê. Por favor, não exclua da sua vida.
Ela encarou-o, por alguns segundos, antes de depositar um beijo em seus lábios.
-Eu te amo, Booth. Nunca deixaria você fora da vida do nosso filho. Nunca. E... Eu nunca conseguiria, mesmo que não racionalmente falando, tirar você da minha vida. Não pelo bebê, mas porque eu te amo.
-Oh, Bones! – Disse, com um dos sorrisos mais lindos que já dera. – Eu te amo tanto. – Disse, depositando outro beijo na boca da parceira. – E amo esse lindo bebê.
-Não sabemos se ele é bonito, Booth. Apesar de que.. Com nossos genes, acredito que o bebê vai ser incrível. – Disse sorrindo.
-É, Bones. Nosso lindo bebê. –Disse, sorrindo e enconstando novamente a cabeça no rosto de Brennan.
Passaram um tempo assim, abraçados. Ela de costas para o peito dele, entre suas pernas. Os olhos fechados. Mão sobre mão. As mãos dele no ventre dela.
-Então.. agora estamos juntos¿ -perguntou Brennan. – Quero dizer... o que nós somos¿ Namorados¿ Porque sempre achei a convenção de namorado e namorada muito infantil e inútil.
Ele riu.
– Bem, estamos juntos, vamos ser pais. É isso que somos. Duas pessoas que se amam, que estão juntas e vão ser pais.
-Ok. E como vomos contar para todos¿ Queria esperar até o final do terceiro semestre para dar a notícia. Exceto para Angela, quero contar para ela assim que eu puder.
Ele sorria.
-Bem, podemos contar aos poucos, claro. Amanhã podemos visitar Angela, no hospital, e contar-lhe a grande novidade.
-E quanto a nós dois¿ Vamos falar que estamos juntos¿ Porque eu não saberia como fazer isso, estamos, do vernáculo, nos escondendo por muito tempo.
-Bem, Bones, faremos como a gravidez, contaremos aos poucos. Não precisamos anunciar nada, vão acabar descobrindo por conta própria.
Ela olhou um última vez para o parceiro, depositando outro beijo em seus lábios. Olhando-o com amor. Finalmente se sentia conectada a alguém.
-Bem, minha vez de ensaboa-lo.
-Ok, pode vir. Mas vou avisando que nossa comida vai esfriar.
-Não estou com fome agora. Não fome de comida, pelo menos. – Sorriu maliciosamente.
-Oh, Bones, venha cá! - E virou o corpo da parceira fazendo com que ela ficasse de frente para ele, beijando-a apaixonadamente.
-O melhor é que agora não precisarei mais ficar sonhando com isso todas as noites. Agora é real.
-É, Bones, agora é real.
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